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Adeus fritadeira: novo aparelho de cozinha oferece 9 métodos de confeção diferentes, indo muito além de fritar.

Pessoa serve arroz de um tacho elétrico fumegante na cozinha, com legumes e pão sobre a bancada ao lado.

A air fryer devia ser o chefão final dos gadgets de cozinha. Depois, numa noite, a olhar para uma pilha de aparelhos meio usados em cima da bancada - a panela de cozedura lenta, a liquidificadora, a air fryer, a panela de arroz - percebe-se algo ligeiramente deprimente: a sua cozinha parece uma pequena loja de eletrónica e, mesmo assim, acaba por reaquecer pizza congelada num tabuleiro de forno.

Depois vê-o. Uma máquina nova, ligeiramente misteriosa, que promete não só batatas estaladiças, mas nove métodos diferentes de confeção numa só caixa silenciosa e compacta.

Vê alguém a assar legumes, a cozinhar salmão a vapor, a cozer pão de banana, a fazer pulled pork em cozedura lenta e a desidratar chips de maçã… com o mesmo aparelho.

De repente, a air fryer parece um pouco datada.

E começa a perguntar-se se este é o momento em que, finalmente, acaba com ela.

Da “fase da air fryer” à verdadeira confeção tudo‑em‑um

Durante alguns anos, a air fryer foi a estrela dos jantares durante a semana. As redes sociais estavam cheias de asas de frango douradas, “batatas saudáveis” e pessoas a jurar que aquele cubo de plástico lhes tinha mudado a vida.

Mas, depois da novidade, apareceu outra coisa: fadiga da air fryer. A textura era ótima, sim, mas o menu parecia sempre o mesmo. Nuggets. Asas. Coisas congeladas. Um tabuleiro de legumes quando a culpa apertava.

Agora chega uma nova geração de multicookers que, discretamente, diz: fritar é só um capítulo.
Assam, cozem, cozinham a vapor, grelham, cozinham lentamente, salteiam, levedam massa, mantêm a comida quente e até desidratam.

Nove funções, o mesmo espaço na bancada.
De repente, a máquina já não promete apenas menos óleo.
Promete menos… de tudo.

Imagine isto: é terça-feira à noite, chega tarde a casa, e toda a gente tem fome daquele jeito ligeiramente tenso. Com a air fryer, provavelmente atirava batatas congeladas e tiras de frango lá para dentro, na esperança de que ninguém reparasse.

Com uma multicooker 9‑em‑1, podia deitar uma mão-cheia de arroz, legumes congelados e coxas de frango marinadas, mudar para “pressão” ou “vapor + forno”, e ter uma taça completa em menos de 20 minutos. Sem andar a equilibrar tachos, sem pré-aquecer o forno durante meia hora.

Algumas famílias usam estas máquinas diariamente para cozinhar em batch pequenos‑almoços, cozer pão ao domingo e fazer caris em cozedura lenta durante o horário de trabalho.
Outras usam apenas dois ou três modos e, mesmo assim, sentem que a sua vida na cozinha mudou.

A diferença não é só variedade.
É que o gadget adapta-se, de facto, ao ritmo real da sua vida.

A air fryer viveu de uma grande promessa: fritar sem culpa. Esta nova vaga de gadgets de cozinha vive de uma ideia mais profunda: cozinhar mais com menos esforço, menos tralha e menos carga mental.

Antes, comprávamos um aparelho específico para cada “hábito saudável” que queríamos criar. Iogurteiras, máquinas de pão, vaporizadores, centrifugadoras. A maioria acabou a ganhar pó atrás da máquina de massa que jurámos que íamos usar.

Uma multicooker de 9 métodos vira o jogo. Uma cuba, uma interface, nove portas abertas.
Não muda de máquina para mudar de receita. Só roda um seletor.

Essa pequena fricção de “ter de ir buscar outro gadget” desaparece.
E é aqui que um pedaço de tecnologia, discretamente, muda aquilo que realmente cozinha numa quarta-feira normal.

Como usar a sério uma multicooker 9‑em‑1 (e não só para “domingos chiques”)

A forma mais poderosa de usar estes novos gadgets é pensar em “modos”, não em receitas. Comece a semana escolhendo três estilos de confeção em que vai apoiar-se: por exemplo, vapor, forno e cozedura lenta.

Depois, organize os ingredientes em torno disso.
Para vapor: legumes já cortados, filetes de peixe, dumplings no congelador.
Para forno: pedaços de frango, grão-de-bico, floretes de couve-flor já prontos com óleo e especiarias numa caixa.
Para cozedura lenta: uma base simples de cebola, alho, tomate, um saco de feijão ou lentilhas.

Quando chega a casa cansado, não precisa de inspiração.
Só escolhe o modo que se encaixa na sua energia e no seu tempo, junta uma combinação preparada e carrega em iniciar.

O gadget torna-se uma rotina, não um acontecimento especial.

Um erro clássico é tentar usar as nove funções na primeira semana. Acaba confuso, ligeiramente sobrecarregado, e volta às mesmas duas receitas que fazia na air fryer.

Comece com um sucesso simples para cada um de três modos. Por exemplo: salmão e brócolos a vapor, batatas assadas, papas de aveia em cozedura lenta durante a noite. Repita até quase conseguir fazer meio a dormir.

Depois, expanda: pães a vapor ao fim de semana, legumes assados para frascos de salada, pulled pork em cozedura lenta para tacos. Quanto mais as suas mãos “conhecem” a máquina, mais o cérebro relaxa.

Sejamos honestos: ninguém anda a folhear um livro de receitas de 60 páginas todos os dias.
O objetivo é construir primeiro algumas refeições sólidas, fiáveis, aborrecidamente brilhantes.

Há outra coisa que as pessoas raramente admitem: o lado emocional de cozinhar com máquinas. Quer sentir-se no controlo, não à mercê de um painel a piscar cheio de botões.

Uma pessoa disse-me:

“Comprei a multicooker pelos nove métodos, mas a verdadeira magia foi deixar de ter medo de cozinhar carne e peixe durante a semana. Só sigo o modo e o tempo, e sai bem. A minha cozinha ficou mais calma.”

Para alcançar essa mesma calma, organize os seus hábitos em torno do gadget:

  • Use uma prateleira ou gaveta só para “ingredientes da multicooker”.
  • Cole uma folha de consulta rápida de tempos/temperaturas no frigorífico.
  • Decida uma “noite de experiências” por semana para testar um modo novo.
  • Simplifique a limpeza: forre o cesto ou o tabuleiro ao assar ou cozer.
  • Rode funções por estação: mais cozedura lenta no inverno, mais vapor e grelha no verão.

Quando o aparelho tem um lugar claro na sua cozinha e na sua semana, deixa de ser tratado como um brinquedo.
Passa a ser infraestrutura.

A revolução silenciosa na sua bancada

De certa forma, este novo gadget tem menos a ver com tecnologia e mais com espaço - mental e físico. Substituir três ou quatro aparelhos por um só é estranhamente libertador. A bancada respira. Os armários fecham bem.

Também sente uma mudança por dentro. Quando um único aparelho consegue cozinhar dumplings a vapor, grelhar halloumi, desidratar rodelas de laranja para cocktails, cozer pão de banana e fazer um estufado em cozedura lenta, “cozinhar em casa” de repente parece mais amplo.

Pode começar a assar grão-de-bico para petiscar em vez de abrir um saco de batatas fritas.
Pode cozinhar ovos ao vapor para o pequeno-almoço enquanto toma banho.
Pode finalmente experimentar aquele pão sem amassar, usando a combinação levedar + forno.

Não há garantias, claro. O gadget não vai picar a cebola nem discutir com as crianças por causa dos brócolos.
Mas baixa discretamente a fasquia do “comida caseira suficientemente boa”.

Talvez esse seja o verdadeiro fim da fase da air fryer: passar de atalhos modernos e estaladiços para uma cozinha mais tranquila e quotidiana, que se ajusta à forma como realmente vivemos - e não à forma como dizemos que queremos viver.
Daquelas que deixam menos loiça, menos culpa e um pouco mais de espaço na bancada - e na cabeça.

Ponto-chave Detalhe Valor para o leitor
Versatilidade 9‑em‑1 Combina fritar, assar, cozinhar a vapor, cozedura lenta, cozer, grelhar, saltear, desidratar e manter quente num só aparelho Menos gadgets, mais opções, menos tralha na cozinha
Pense em “modos”, não em receitas Planeie a semana à volta de 2–3 funções principais e ingredientes preparados Decisões mais rápidas em dias atarefados, cozinha mais fácil e calma durante a semana
Comece pequeno e repita Domine um prato simples por modo antes de experimentar tudo Ganha confiança, evita sobrecarga e usa o gadget a longo prazo

FAQ:

  • Pergunta 1 Quais são os nove métodos de confeção típicos nestas novas multicookers?
  • Pergunta 2 Um gadget 9‑em‑1 substitui mesmo uma air fryer por completo?
  • Pergunta 3 Estas máquinas são difíceis de limpar depois de usar tantas funções?
  • Pergunta 4 Vale a pena fazer upgrade se a minha air fryer ainda funciona na perfeição?
  • Pergunta 5 Iniciantes ou “maus cozinheiros” conseguem realmente usar todos esses modos de confeção?

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