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A Lidl vai lançar para a semana um novo gadget aprovado por Martin Lewis, ideal para ajudar as famílias a enfrentar o inverno.

Homem ajusta aquecedor portátil no chão; crianças sentadas no sofá ao fundo, cobertas com mantas.

A primeira noite fria do ano chega sempre de repente. Num minuto está a abrir as janelas para “arejar”; no seguinte, está no corredor a ver o contador inteligente a disparar como uma máquina de fruta sempre que a caldeira arranca. Aperta mais o robe, toca num radiador morno e faz aquelas contas rápidas de cabeça: “Conseguimos mesmo pagar isto todo o inverno?”

Nas redes sociais, as pessoas trocam dicas como se fossem receitas. Um fala de mantas aquecidas, outro jura por cortinas térmicas, um terceiro diz que desistiu e que vive de hoodie. E depois aparece um nome conhecido nos comentários: Martin Lewis. Quando ele diz que um aparelho pode mesmo reduzir as faturas, as pessoas ouvem.

Na próxima semana, a Lidl vai colocar discretamente um desses aparelhos à venda nos seus corredores - e o timing não podia ser mais certeiro.

O trunfo de inverno da Lidl: o gadget com o selo de aprovação de Martin Lewis

Entre numa Lidl numa manhã gelada e percebe a estação sem olhar para o calendário. O corredor do meio enche-se de radiadores a óleo, mantas grossas e aqueles aparelhos de ligar à tomada um pouco estranhos que só repara quando a temperatura desce. Este ano, há um produto em particular a dar que falar em fóruns de poupança: um aquecedor elétrico eficiente do tipo que Martin Lewis tem recomendado repetidamente como alternativa a ligar o aquecimento central de toda a casa.

Chega às prateleiras na próxima semana, precisamente quando está previsto o primeiro frio a sério. O timing não é por acaso.

Pense num aquecedor compacto, de ligar à tomada, feito para aquecer o espaço onde está realmente sentado, em vez de todas as divisões vazias da casa. Nos seus programas e podcasts, Martin Lewis fala longamente deste princípio: “aquecer a pessoa, não a casa” e, quando precisa de aquecer uma divisão, usar aquecimento elétrico direcionado se custar menos por hora do que pôr a caldeira a trabalhar.

Famílias de norte a sul têm partilhado números reais. Há quem diga que reduziu o consumo de gás à noite para metade simplesmente ao passar para uma só divisão, com a porta fechada, e um aquecedor pequeno a funcionar em modo baixo. Para muitos, as contas fazem sentido mais depressa do que esperavam.

A lógica é simples, mas poderosa. O aquecimento central a gás aquece radiadores por toda a casa, esteja a usar essas divisões ou não. Aparelhos elétricos, como o que a Lidl vai trazer, permitem concentrar o calor onde a vida acontece: o sofá, a secretária do escritório em casa, o canto dos trabalhos de casa das crianças.

Esta é a verdade simples do consumo de energia no inverno: a maioria de nós está a pagar para aquecer muito espaço vazio. Quando os preços sobem, este desfasamento entre o que aquece e onde vive torna-se difícil de suportar. Um aquecedor barato, eficiente e “aprovado por Martin Lewis” é, no fundo, um convite para redesenhar a “zona quente” da sua casa e recuperar algum controlo.

Como usar o novo aquecedor da Lidl para poupar mesmo dinheiro

Ter um gadget é uma coisa; usá-lo de forma inteligente é onde está a poupança. O primeiro passo é duro, mas eficaz: escolher uma divisão principal para ser o seu “quarto/quadrante quente” à noite. Feche portas, corra as cortinas cedo e vede correntes de ar com tudo - desde vedantes próprios até uma toalha velha enrolada.

Depois, leve o aquecedor da Lidl para essa divisão e defina uma temperatura moderada, não no máximo. Deixe-o a funcionar de forma constante, em vez de estar sempre a ligar e desligar. Combine-o com camadas de roupa e uma manta, e cria uma bolha pequena e confortável que não obriga todo o seu sistema de aquecimento a trabalhar no limite.

O erro clássico é tratar um aquecedor elétrico como uma varinha mágica e depois queixar-se quando a fatura sobe. As pessoas ligam-no, põem-no no máximo, deixam portas abertas e continuam a aquecer o resto da casa com gás ao mesmo tempo. Aí, os custos duplicam em vez de baixar.

Há também aquela voz ligeiramente culpada que diz: “Vá lá, subo o termóstato uma hora.” Todos já passámos por isso - o momento em que juramos que é só hoje e, de repente, passa a ser todos os dias. Sejamos honestos: quase ninguém acompanha cada quilowatt-hora como as páginas de aconselhamento sugerem. Quanto mais a rotina se adaptar à sua vida real, mais provável é que a mantenha.

Martin Lewis tem explicado repetidamente a comparação básica: se o custo de usar um aquecedor elétrico único durante as horas em que está realmente na divisão for inferior ao custo de ligar a caldeira para aquecer toda a casa, então o aquecedor ganha. O aparelho da Lidl encaixa diretamente nessa lógica, como uma forma económica de aquecer de forma seletiva em vez de indiscriminada.

Para tirar o máximo partido, pense no seu plano de inverno menos como “comprar um aquecedor” e mais como “construir um canto quente”. Uma checklist simples ajuda:

  • Escolha uma divisão principal como base de inverno e mantenha a porta fechada.
  • Use o aquecedor da Lidl numa definição baixa e estável, juntamente com roupa quente.
  • Baixe ligeiramente o aquecimento central quando o aquecedor estiver ligado.
  • Corra as cortinas ao anoitecer e vede correntes de ar óbvias em janelas e portas.
  • Vigie o contador inteligente ou a fatura após a primeira semana para confirmar o impacto real.

Porque é que este gadget de inverno toca num nervo de tantas famílias

Há uma razão para um simples aquecedor no corredor de um supermercado parecer estranhamente emocional este ano. Não é só tecnologia ou tarifas; é dignidade. Conseguir sentar-se no próprio sofá sem tremer não devia parecer um luxo - e, no entanto, milhares de famílias racionam discretamente os radiadores quando chega novembro.

Quando um retalhista como a Lidl traz um gadget de baixo custo, no estilo “endossado por Martin Lewis”, passa um pequeno sinal tranquilizador: não está sozinho a tentar contornar o sistema. É permitido experimentar, reorganizar a forma como usa a casa, dizer “depois das 19h somos uma casa de uma só divisão” se isso mantiver as contas sob controlo.

A versão de “calor suficiente” é diferente para cada pessoa. Alguns usarão o aparelho como apoio em vagas de frio. Outros dependerão dele na maioria das noites, baixando um pouco a caldeira e recorrendo mais a mantas e botijas/sacos de água quente. Para quem trabalha a partir de casa, pode significar aquecer apenas um canto do escritório durante o dia, em vez de subir o termóstato para aquecer um corredor vazio e um quarto de hóspedes.

É aqui que a conversa muitas vezes passa dos números para as histórias. Amigos trocam capturas de ecrã de apps de energia, vizinhos emprestam medidores de tomada, pais trocam dicas à porta da escola sobre qual manta aquecida ou aquecedor resultou no inverno passado. No meio dessas conversas, uma frase aparece vezes sem conta: “O Martin Lewis disse…”

O lançamento da Lidl está perfeitamente cronometrado para aproveitar essa confiança. Quer seja uma pessoa de folhas de cálculo que sabe as suas tarifas de cor, quer seja alguém que só repara na fatura quando chega o email, um objeto concreto, acessível e que se liga à tomada é mais fácil de compreender do que gráficos e projeções.

Não vai resolver casas mal construídas ou sistemas energéticos injustos. Não vai apagar magicamente as taxas fixas nem fazer as faturas voltar a 2019. Mas um aquecedor pequeno e eficiente, que lhe permite escolher exatamente para onde vai o seu conforto todas as noites, pode inclinar discretamente a balança. Para algumas famílias, isso é a diferença entre temer o inverno e ir aguentando - e é esse o espaço para onde este gadget da Lidl está a entrar.

Ponto-chave Detalhe Valor para o leitor
Aquecimento direcionado poupa Usar um aquecedor elétrico compacto numa só divisão pode custar menos do que ter o aquecimento central ligado em toda a casa Ajuda a reduzir o consumo de gás e a controlar as contas de inverno
Lógica de Martin Lewis “Aquecer a pessoa, não a casa” e comparar custos de funcionamento por hora Dá uma regra simples para decidir quando usar o gadget da Lidl
Montagem prática Criar uma divisão quente, fechar portas, vedar correntes de ar e combinar com camadas Transforma um gadget barato numa rotina de inverno realista e vivível

Perguntas frequentes (FAQ)

  • O que é exatamente o gadget da Lidl que o Martin Lewis aprova?
    É um aquecedor elétrico económico do tipo a que Martin Lewis se refere frequentemente quando fala em usar pequenos aparelhos eficientes, de ligar à tomada, para aquecer um único espaço em vez de uma casa inteira.
  • Usar este aquecedor vai ser sempre mais barato do que o aquecimento central?
    Nem sempre. Depende do preço do kWh de gás e eletricidade, do isolamento da sua casa e de estar a aquecer uma divisão ou a casa toda. A ideia é que um aquecedor pequeno para uma divisão pode sair mais barato do que aquecer todos os radiadores.
  • Posso usar o aquecedor da Lidl ao mesmo tempo que os radiadores?
    Pode, mas a poupança costuma surgir quando confia mais no aquecedor numa única divisão e baixa um pouco o termóstato, em vez de ter ambos a funcionar no máximo.
  • É seguro deixá-lo ligado enquanto durmo?
    A maioria dos aquecedores modernos tem sistemas de segurança incorporados, mas, regra geral, foram concebidos para uso com supervisão. Siga sempre o manual, mantenha-o afastado de roupa de cama e tecidos, e desligue-o se não estiver na divisão.
  • Quando estará o aquecedor disponível nas lojas Lidl?
    A Lidl deverá colocá-lo à venda no corredor do meio na próxima semana, como parte da gama de inverno, mas o stock costuma ser limitado; vale a pena verificar cedo na sua loja local ou acompanhar o folheto e a app.

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