Às 7h30, o café da esquina cheira a torradas queimadas e a café de filtro barato. Na mesa grande junto à janela, quatro pessoas na casa dos 60 e muitos inclinam-se sobre jornais a sério, não sobre ecrãs. Sem auscultadores, sem Bluetooth, sem scroll frenético. Apenas chávenas a tilintar, discussões baixas sobre o jogo de ontem à noite e um silêncio partilhado que não é nada constrangedor.
À volta, clientes mais novos curvam-se sobre os telemóveis, com os olhos a estremecerem sempre que uma notificação se acende. Também estão aqui, tecnicamente. Mas a mente parece estar a quilómetros de distância, perdida num feed interminável.
O mesmo café. À mesma hora. Dois mundos paralelos.
Um grupo atravessa a vida em modo digital.
O outro avança devagar, com intenção e, de alguma forma, parece que está a ganhar.
1. Ler as notícias em papel, em vez de fazer doomscrolling no ecrã
O primeiro hábito “de velho” que se recusa a morrer: um jornal dobrado à mesa do pequeno-almoço. Pessoas nos 60 e 70 ainda compram imprensa em papel, circulam manchetes, recortam receitas e enfiam recortes por baixo de ímanes no frigorífico. É mais lento, mais desarrumado e nada optimizado. Mas repare bem nas caras enquanto leem. Há curiosidade, não ansiedade. Concentração, não pânico.
Consomem as notícias uma ou duas vezes por dia e depois seguem com a vida. O dia não fica estilhaçado em 72 alertas minúsculos. O mundo continua a parecer grande e distante, e não como uma mangueira de incêndio apontada directamente ao sistema nervoso.
Compare isso com alguém de 26 anos a começar o dia no telemóvel. Antes do café, já viu três tragédias, dois escândalos de celebridades e um post no LinkedIn a dizer-lhe que não é produtivo o suficiente. Um estudo da American Psychological Association concluiu que a exposição constante às notícias aumenta o stress e a sensação de impotência, mesmo quando estamos só “a dar uma vista de olhos”.
Os adultos mais velhos que mantêm o ritmo do papel contornam isso. A minha vizinha, de 72 anos, lê o jornal local às 9h, dobra-o e diz: “Por hoje já chega de mundo.” Depois vai regar as plantas. Sem manchetes a apitar-lhe no bolso. Sem algoritmos a empurrarem-lhe as emoções.
Menos ecrã ao amanhecer significa que o cérebro começa o dia com os pés assentes na terra. Há uma fronteira nítida: isto é a vida, aquilo são as notícias. Esse amortecedor dá aos leitores mais velhos uma espécie de armadura emocional que muitos mais novos nunca chegam a construir. Não andam o dia inteiro na montanha-russa das “últimas horas”.
E essa distância - esse pequeno acto diário de controlo - soma-se e torna-se algo poderoso: um sistema nervoso mais calmo, um humor mais estável e a sensação de que o mundo, embora complicado, ainda é de algum modo gerível. Um jornal. De uma assentada. Feito.
2. Telefonar e fazer visitas em vez de “gostar” e ficar a espreitar
Outro hábito a que se agarram: pegar no telefone para falar, ou melhor ainda, tocar à campainha. Pessoas nos 60 e 70 ainda ligam só para saber como está. Sem agenda. Sem link de calendário. Aparecem sem avisar com uma tarte ou uma planta, e ficam uma hora.
Parece fora de moda num mundo de áudios e corações em duplo toque. Ainda assim, a investigação repete a mesma coisa: a conversa real, sobretudo cara a cara, activa o cérebro de forma diferente do que uma fila de emojis debaixo de uma selfie. Traz oxitocina, calor e aquela sensação de “não estou sozinho nisto”.
Uma mulher de 68 anos que entrevistei contou-me o ritual de quinta-feira. Todas as semanas, ela e três amigas de infância encontram-se na mesma mesa de uma lanchonete. Sem telemóveis em cima da mesa: só café e mexericos sem fim. Quando a pandemia chegou, passaram o ritual para telefonemas - ainda às quintas, à mesma hora.
“Manteve-me sã”, disse. “Não foram as notícias. Nem o Facebook. Foi ouvir as vozes delas.” Ela não tem centenas de seguidores. Tem quatro mulheres que sabem o seu nome do meio e os seus piores momentos. Não dá para fazer swipe e criar isso.
As redes sociais prometem ligação, mas muitas vezes entregam comparação e uma solidão silenciosa. Uma chamada de voz a sério ou uma visita à porta traz menos pessoas e mais profundidade. Os adultos mais velhos cresceram com isso como padrão - por isso nunca pararam.
As gerações mais novas, nascidas em DMs e chats de grupo, podem ter de reaprender a coragem de marcar um número e dizer: “Então, estás no sofá? Vou aí.” A matemática emocional é simples: menos relações, mais compromisso, melhor saúde mental. Sejamos honestos: ninguém se sente verdadeiramente visto só por um emoji de coração.
3. Manter pequenas rotinas - e defendê-las como um tesouro
Há uma coisa que as pessoas mais velhas fazem melhor do que quase toda a gente: protegem os seus pequenos rituais. A mesma caminhada todas as manhãs. O mesmo lugar no café. O mesmo programa de rádio às 18h. Para alguém de 30 anos, apressado e multitarefas, isso pode parecer aborrecido. Para alguém de 70, é como uma coluna vertebral.
Estas âncoras repetidas dão ao dia uma forma clara. Quando se está reformado, o mundo já não oferece estrutura. Por isso, constroem-na - cuidadosamente - a partir de pequenos hábitos que não dependem de Wi‑Fi, bateria ou actualizações de apps.
Todos já passámos por isso: aquele momento em que o dia se dissolve num borrão porque tudo acontece no mesmo ecrã. Trabalho, notícias, memes, contas, drama - uma sopa digital confusa. A minha tia, de 73 anos, evita esse borrão dividindo o dia em “capítulos” analógicos. De manhã, passeia o cão e cumprimenta os vizinhos. A meio da manhã, palavras cruzadas. À tarde, recados ou voluntariado. À noite: televisão com uma chávena de chá de camomila.
Nada disso é sofisticado nem “optimizado”. Mas pergunte-lhe como dorme e ela dir-lhe-á: como uma pedra. O sistema nervoso dela sabe o que vem a seguir. Há conforto nisso.
Os mais novos costumam perseguir truques: apps de produtividade, ferramentas de time-blocking, trackers de hábitos. A ironia é que os adultos mais velhos, com os seus ritmos à moda antiga, vivem exactamente aquilo que essas apps tentam vender. Rotinas previsíveis reduzem a fadiga de decisão, diminuem a ansiedade e dão uma sensação de controlo.
Quando o seu dia tem um esqueleto de acções repetidas, as surpresas da vida caem com menos força. Não está sempre a improvisar. Está a seguir um ritmo que escolheu - não um ritmo imposto por notificações ou sons em tendência. Essa previsibilidade silenciosa é uma forma subvalorizada de felicidade.
4. Reparar, remendar e cuidar do que já têm
Pergunte a alguém nos 70 o que faz quando algo se estraga e muitas vezes ouvirá: “Primeiro vejo se dá para arranjar.” Ainda cosem botões, cerzem meias, afiam facas, colam pernas de cadeiras. Não é nostalgia. É lógica de sobrevivência de um tempo em que as coisas eram caras e reparar era normal.
Esse hábito não desapareceu. Está ali, silencioso, nas cozinhas e garagens: uma gaveta de parafusos suplentes, um cesto de costura, uma caixa de ferramentas bem usada. Uma relação diferente com as coisas - menos descartável, mais respeito.
O lado emocional é subtil. Um homem de 66 anos que conheci jura que os seus momentos mais felizes são quando está a arranjar alguma coisa para os netos. Brinquedo estragado? Ele abre, limpa os contactos, fita a portinhola da pilha rachada. A criança observa, de olhos bem abertos. De repente, o avô não é só aquele que diz que não a mais tempo de ecrã. É um mágico que faz as coisas mortas voltarem à vida.
Os mais novos, ensinados que a solução é “mandar vir outro”, perdem esse orgulho silencioso. Perdem aqueles momentos lentos em que foco, paciência e cuidado se misturam numa pequena vitória privada.
Reparar constrói mais do que poupança. Constrói auto-respeito. Passa de consumidor passivo a cuidador activo. Essa mudança é enorme para a saúde mental. Sente-se menos refém de grandes empresas e mais capaz no seu próprio espaço.
Aqui há algo a aprender, não apenas a admirar. Em vez de substituir de imediato, tentar arranjar uma pequena coisa esta semana pode ser um minúsculo acto de rebeldia contra a cultura do burnout. Não é sobre ser perfeito ou zero-waste. É sobre provar aquela sensação pequena e teimosa de “eu consigo lidar com isto” que as gerações mais velhas conhecem bem.
5. Andar a pé pelo prazer de andar, não pelos passos num ecrã
Se observar pessoas nos 60 e 70 em qualquer bairro, vai notar outro hábito à antiga: caminham. Nem sempre em lycra. Nem sempre “a fazer os 10 mil passos”. Muitas vezes com sapatos confortáveis, a um ritmo humano, sem destino específico.
Vão a pé aos correios. Ao mercado. Ao banco do jardim. A caminhada é o objectivo. Olham em volta. Cumprimentam o cão da esquina. O corpo mexe-se, a mente desata-se. É quase mindfulness à moda antiga.
Os mais novos também caminham, claro, mas a energia é diferente. Telemóvel na mão. Podcast nos ouvidos. A caminhada vira um intervalo de produtividade: queimar calorias, consumir conteúdo, responder a mensagens. É eficiente, mas não é repousante.
Uma viúva de 70 anos com quem falei contou-me que faz o mesmo percurso todas as tardes, sem auscultadores, faça chuva ou faça sol. “É aí que falo com o meu marido, na minha cabeça”, disse. “Quando chego a casa, o peso já é um pouco mais leve.” Nenhuma app mede isso.
Movimento regular e suave está directamente associado a menos ansiedade e melhor sono - e os adultos mais velhos que mantêm este hábito não precisam de um wearable para lhes dizer isso. O corpo lembra-lhes. O humor também.
A diferença maior é o espaço mental que deixam à volta da caminhada. Não tentam empilhar cinco tarefas numa só saída. Oferecem a si próprios aqueles 20 minutos de existência sem interrupções. Passo a passo, dia após dia, esse tempo sem dono faz a vida parecer menos uma corrida e mais uma vida.
6. Cozinhar refeições simples em vez de perseguir “hacks” de comida
Mais um hábito teimoso: cozinhar a sério. Pessoas nos 60 e 70 ainda descascam batatas, deixam sopas a apurar, assam frango ao domingo. Apoiam-se em receitas escritas em cartões ou passadas de boca em boca - não em reels de 30 segundos com 14 ingredientes e ring light.
A comida raramente é “bonita para o Instagram”, mas alimenta mais do que a fome. Cria ritmo no dia: preparar, cozinhar, comer, lavar, repetir. Esse padrão manteve famílias unidas durante décadas.
Muitos adultos mais novos terceirizam as refeições para apps de entrega e corredores de congelados, esmagados por horários de trabalho e fadiga de decisão. Quando cozinham, às vezes vira performance - algo para publicar. É compreensível, mas acrescenta pressão de forma silenciosa.
Os cozinheiros mais velhos falam de outra coisa: o cheiro da cebola a amolecer na frigideira. O prazer de usar a mesma travessa lascada há 20 anos. O ritual do almoço de domingo onde se repetem as mesmas piadas e ninguém verifica o telemóvel por baixo da mesa, porque esse hábito não foi criado.
Cozinhar em casa é uma âncora simples e verdadeira de bem-estar. Toca na saúde, no orçamento e nas relações, tudo de uma vez. Para a geração mais velha, não é uma escolha de estilo de vida. É apenas o que se faz.
Os mais novos, a observar de longe e com stress, podem roubar um elemento sem estabelecer metas impossíveis. Uma refeição partilhada por semana em que os telemóveis ficam noutra divisão. Uma receita simples repetida até virar memória muscular. É aí que a felicidade se esconde - não na complexidade do prato, mas na repetição do ritual.
7. Escrever à mão, em vez de viver na cloud
Há algo teimosamente encantador em ver alguém de 70 anos tirar um caderno de papel em vez do telemóvel. Listas de compras, números de telefone, compromissos, até preocupações - tudo rabiscado a tinta.
Escrever à mão é mais lento. A mente tem tempo para mastigar o que está a pôr no papel. Estudos mostram que ajuda a memória e o processamento emocional. Pessoas mais velhas que mantêm diários, listas de contactos ou cadernos de receitas não estão só a ser “à antiga”. Estão a dar ao cérebro uma forma táctil e enraizada de organizar a vida.
Uma antiga professora de 64 anos mostrou-me uma vez o seu calendário. Todos os aniversários, consultas médicas, filmes de que gostou - escritos à mão, em esferográfica suavemente desbotada. “Gosto de ver o meu ano”, disse. “Não apenas de o deslizar.”
Essa visão física oferece algo que as apps não conseguem imitar totalmente: a sensação de tempo como uma história, não como uma lista a rolar de alertas. Vê meses, não minutos. Lembra-se do que importou, não apenas do que apitou.
As gerações mais novas muitas vezes terceirizam a memória para a cloud. É conveniente, mas tem um custo escondido: uma pequena erosão da sensação de que a sua vida é sua para segurar. Escrever à mão devolve isso.
Mesmo uma prática - um pequeno caderno na mesa de cabeceira para “coisas em que estou a pensar” - pode aliviar o impulso do scroll nocturno. A página não o interrompe. Apenas espera. Esse tipo de quietude é algo que as pessoas mais velhas conhecem de cor - e é aí que começa grande parte do seu contentamento silencioso.
8. Estar bem com o tédio - e deixar a mente divagar
Pergunte a qualquer pessoa com mais de 65 anos sobre a infância e ela contar-lhe-á histórias de tédio: viagens longas de carro, salas de espera com nada além de uma revista empoeirada, tardes com “nada para fazer”. Não havia feeds infinitos onde cair. Por isso improvisavam, sonhavam acordados, inventavam jogos ou simplesmente ficavam ali.
Esse músculo - tolerar tempo vazio - nunca desapareceu por completo. Vê-se quando se sentam num banco a ver carros e nuvens, sem precisar de entretenimento a cada segundo.
Os mais novos muitas vezes tratam o tédio como um problema a resolver imediatamente. À espera de um amigo? Telemóvel fora. Intervalo de publicidade? Telemóvel fora. Desconforto ligeiro? Telemóvel fora. O cérebro raramente tem espaço não estruturado.
Psicólogos dizem que o tédio, bem usado, desperta criatividade e reflexão. Os adultos mais velhos que não entram em pânico com o silêncio recebem esse benefício naturalmente. A mente pode derivar para memórias, ideias ou nada em particular. Para eles, nem todo o silêncio é um buraco a preencher. Alguns são apenas… descanso.
Essa quietude interior aparece como calma por fora. O mundo parece menos apertado porque não carregam cada pausa com conteúdo.
A boa notícia é que isto é um hábito aprendível, não um gene geracional. Desligar o rádio do carro numa viagem, deixar o telemóvel noutra divisão por 15 minutos, sentar-se com esse vazio estranho - são pequenas formas de pedir emprestado um pouco desse ritmo mais velho e mais suave de estar.
9. Confiar na experiência em vez de nas tendências - e preocupar-se menos em estar “em alta”
Um último hábito, invisível mas enorme: aos 60 ou 70, muitas pessoas simplesmente deixam de tentar acompanhar. Nem a última gíria, nem todas as plataformas tecnológicas, nem cada microtendência. Sabem o que gostam de vestir, que música as faz cantarolar, que tipo de dia sabe bem. E inclinam-se para isso.
Há alívio em já não estar sempre a fazer audições para a aprovação do mundo.
As gerações mais novas sentem uma puxada constante para actualizar: novas plataformas, novas estéticas, novos “tem de ser”. Falha uma onda e arrisca-se a sentir-se irrelevante. Essa pressão silenciosa corrói a auto-estima.
Os adultos mais velhos, sobretudo os que aceitam envelhecer em vez de lutar contra isso, vivem por outra métrica: conforto, significado, continuidade. A identidade deles é menos sobre a “presença online” e mais sobre os papéis que vivem de facto - vizinho, avô/avó, voluntário, membro do coro, parceiro de sueca.
Isto não significa rejeitar tudo o que é novo. Muitos usam smartphones, enviam memes, fazem videochamadas com os netos. Só não deixam que isso os defina.
A felicidade deles muitas vezes vem de um lugar mais fundo: saberem quem são quando o ecrã está desligado. Isso não é anti-tecnologia. É apenas tecnologia no seu lugar certo. Uma ferramenta, não um espelho. Uma ponte, não uma casa.
Velhos hábitos, nova inveja
Quando olhamos com atenção para estes hábitos “à antiga”, deixam de parecer pitorescos e começam a parecer estranhamente avançados. Menos estímulo constante. Mais contacto real. Menos decisões. Mais repetição. Uma vida que pode parecer mais pequena no papel, mas que se sente maior por dentro.
Não precisa de se mudar para uma aldeia sossegada nem de atirar o telemóvel ao rio para provar um pouco disso. Escolher um ou dois destes hábitos e encaixá-los num horário moderno já pode mudar o “clima emocional” de uma semana.
O que impressiona é que as pessoas mais velhas não desenharam estes comportamentos como ferramentas de saúde mental. Simplesmente nunca largaram o que funcionava. O mundo acelerou; elas não aceleraram tanto. Esse intervalo entre o ritmo delas e o ritmo do algoritmo pode ser onde vive a paz delas.
É fácil gozar com alguém que ainda escreve cheques no banco ou lê um mapa em papel. É mais difícil ignorar que muitos deles dormem melhor, riem com mais facilidade e sentem-se menos existencialmente baralhados do que o jovem de 25 anos mais “ligado” do planeta.
A verdadeira questão não é se os hábitos deles estão ultrapassados. É se os nossos são tão inteligentes quanto pensamos. Que parte da vida mais lenta e mais enraizada deles sentiria falta se desaparecesse - e qual delas está secretamente pronto para pedir emprestada amanhã de manhã, café na mão, ecrã virado para baixo por uma vez?
| Ponto-chave | Detalhe | Valor para o leitor |
|---|---|---|
| Rituais analógicos de notícias | Ler um jornal uma ou duas vezes por dia em vez de alertas constantes | Reduz a ansiedade e cria limites emocionais face aos acontecimentos do mundo |
| Ligação no mundo real | Telefonemas, visitas e encontros semanais em vez de interacção sobretudo online | Aprofunda laços e reduz a sensação de solidão |
| Rotinas protegidas | Repetir pequenos hábitos diários como caminhadas, refeições e notas escritas à mão | Traz estabilidade, estrutura e um sistema nervoso mais calmo |
FAQ:
- Pergunta 1 As pessoas mais velhas são mesmo mais felizes ou apenas se queixam menos do que as gerações mais novas?
- Pergunta 2 Posso manter o meu smartphone e, ainda assim, adoptar alguns destes hábitos à antiga?
- Pergunta 3 Qual é um hábito fácil para começar se a minha vida já parece sobrecarregada?
- Pergunta 4 Como é que faço os meus pais ou avós falarem mais sobre as rotinas deles?
- Pergunta 5 E se eu ficar ansioso quando não estou no telemóvel - isso é normal?
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