A mulher do casaco vermelho passou diante da janela do café com aquele tipo de passada que se repara sem querer. Cabelo prateado, batom impecável, ténis que já tinham feito quilómetros. Apanhou no vidro o reflexo de um casal jovem, sorriu para si mesma e seguiu caminho, auscultadores postos, ombros direitos.
Lá dentro, um homem na casa dos setenta estava sentado sozinho com um caderno, a sublinhar uma frase num livro como se estivesse a estudar para um exame que não ia acontecer. Não estava a fazer scroll, não estava descaído, não estava a “matar tempo”. Parecia estar a usá-lo.
Se alguma vez olhaste para alguém mais velho e pensaste: “Uau, espero ser assim um dia”, é provável que essa pessoa tenha andado, discretamente, a fazer as mesmas nove coisas durante anos.
1. Continuar a dizer “sim” a coisas pequenas e ligeiramente assustadoras
Há uma diferença subtil entre ter setenta anos e ser “velho”. Uma é um número. A outra é uma história que contas a ti próprio sempre que dizes “não” a algo que, no fundo, te entusiasma.
As pessoas que fazem os mais novos sussurrarem “espero ser assim” não andam a perseguir paraquedismo nem TikToks virais. Dizem sim a provar comida coreana pela primeira vez. Sim a aprender como funcionam os pagamentos contactless. Sim a ir a um concerto em que só conhecem uma música.
Essa disponibilidade para estar um bocadinho desconfortável é o essencial.
Pensa no avô ou na avó que deixou o neto adolescente ensinar-lhe Mario Kart. No início, pegou no comando como se ele pudesse morder. Bateu em todas as paredes, riu alto demais e perdeu todas as corridas.
À terceira partida, o neto já se inclinava para a frente, envolvido. “Quase que me apanhavas desta vez”, disse ele, genuinamente impressionado. Na semana seguinte, jogaram outra vez. Na seguinte, foi ela que pediu o consola “para treinar”.
Essa memória vai ficar na cabeça daquele rapaz durante décadas. Não porque ela ganhou, mas porque, aos setenta, ainda estava disposta a ser hilariante e péssima em algo novo.
Os psicólogos falam de “flexibilidade cognitiva”: a forma como o cérebro se mantém solto e ágil. Dizer sim a coisas desconhecidas mantém essa flexibilidade viva, tal como um alongamento suave impede as articulações de endurecerem.
Ao nível social, isto sinaliza aos mais novos que não estás preso a um canal permanente de nostalgia. Ainda estás a emitir em direto.
E quando ainda estás a emitir em direto, as pessoas não falam de ti como de um livro fechado. Falam como se o próximo capítulo pudesse, de facto, ser melhor do que o anterior.
2. Mexer o corpo como se fosse um compromisso inegociável
Os setentões que impressionam de forma discreta quase todos têm um hábito pouco vistoso: algum tipo de movimento diário tratado menos como “exercício” e mais como escovar os dentes.
Pode ser uma caminhada matinal com um vizinho, natação lenta na piscina local, ou um vídeo de alongamentos no YouTube na sala, com uma cadeira para equilíbrio. Os detalhes importam menos do que o facto de acontecer na maioria dos dias, mesmo quando ninguém está a ver.
Não estão a treinar para maratonas. Estão a treinar para se levantarem do sofá sem se apoiarem na mesa.
Há um homem no meu bairro, já no fim dos setenta, que faz o mesmo percurso todos os dias com um pedómetro barato preso ao cinto. Chuva, vento, sol a pique - lá está ele, boné, passada constante, o clique miúdo dos passos no passeio.
Uma tarde vi-o parar para atar o atacador de uma criança enquanto os pais equilibravam um carrinho de bebé. Ajoelhou-se com facilidade. Sem gemidos, sem esforço desajeitado para voltar a levantar-se. O pai olhou e disse baixinho à parceira: “Quero ser assim na idade dele.”
Aquele momento não veio de um gene milagroso. Veio de milhares de caminhadas normais que ninguém aplaudiu.
No papel, a ciência é aborrecidamente clara: movimento regular preserva músculo, equilíbrio e humor muito mais do que qualquer suplemento mágico. Na vida real, faz outra coisa também.
Envia uma mensagem a quem está à tua volta: “Ainda não desisti do meu corpo.” Isso é contagioso. Filhos adultos sentem um alívio estranho quando veem um pai ou uma mãe ainda a investir na própria força. Netos aprendem, sem discursos, que envelhecer não é só um desmoronar lento.
Sejamos honestos: ninguém faz isto todos os dias, sem falhar. Mas os que fazem na maioria dos dias? São os que ainda carregam as próprias compras aos setenta e oito - e essa imagem fica gravada na cabeça das pessoas.
3. Manter um projeto que não tem nada a ver com a tua idade
Os setentões que inspiram em silêncio não se definem apenas por estarem reformados, ou pela saúde. Mantêm um projeto em andamento que podia perfeitamente pertencer a alguém de trinta ou quarenta.
Uma horta que fica mais experimental a cada primavera. Um boletim do bairro. Uma série fotográfica sobre cães de rua. Aprender italiano numa aplicação e, de facto, praticar com o barista.
O importante não é a escala. É a sensação de que a tua vida ainda aponta para algo um pouco mais à frente no horizonte.
Conheci uma mulher de setenta e dois anos que decidiu, do nada, escrever as receitas da família “como deve ser”. Não naquele estilo vago de “uma pitada, um bocadinho disto”, mas em passos claros com medidas e histórias.
O que começou como algumas páginas manuscritas tornou-se num dossier grosso e, depois, num “livro de receitas da família” auto-impresso, com encadernação em espiral, que chegava embrulhado em papel pardo todos os Natais. Os familiares enviavam-lhe mensagens com fotos dos pratos que tinham feito. Uma neta levou-o para a universidade e cozinhou a partir dele para as colegas de casa.
Ninguém a apresentava como “a avó que está a ficar velha”. Diziam, com orgulho: “Ela escreveu o nosso livro de receitas.”
Ter um projeto de que gostas reorganiza a forma como as pessoas falam contigo. Em vez de atualizações intermináveis sobre a saúde, as conversas viram-se para o progresso: “Como vai o livro?” “Os tomates cresceram este ano?” “Posso ver os teus desenhos mais recentes?”
Num plano mais profundo, um projeto resiste suavemente à narrativa de que o teu melhor trabalho já ficou para trás. Dá forma aos teus dias, o que protege contra aquela deriva vaga que pode engolir-nos quando a carreira e as responsabilidades parentais abrandam.
Deixas de estar apenas a olhar para trás, para histórias; estás a acrescentar novos capítulos que os outros realmente querem ler.
4. Manter curiosidade pelo mundo dos mais novos
Uma das coisas mais magnéticas numa pessoa mais velha é quando ela está genuinamente curiosa sobre o mundo em que os mais novos vivem - sem revirar os olhos de três em três segundos.
Isso não significa fingir que adoras todas as tendências. Significa fazer perguntas a sério sobre porque é que a tua neta se importa com um videojogo, ou o que é que o adolescente do vizinho está a estudar, e depois ouvir como se interessasse.
O brilho vem do interesse, não de tentar impressionar.
Há um ex-professor de setenta anos que vai ao mesmo café todas as quintas-feiras com um caderno gasto. Com o tempo, a equipa reparou que ele lhes perguntava pelo dia de uma forma que não era conversa de circunstância. Em que estás a trabalhar? O que é difícil nisso? Qual foi a melhor coisa que aconteceu esta semana?
Uma barista acabou por lhe falar do portefólio de design. Outra trouxe desenhos. Ele anotava nomes e sonhos como se estivesse a colecionar selos raros.
Quando ele sai, dizem: “Espero que o meu avô acabe como ele.” Não dizem isso porque ele sabe usar Instagram. Dizem porque ele os trata como pessoas inteiras, não como ruído de fundo.
Ao nível do cérebro, manter a curiosidade preserva os circuitos sociais e emocionais afiados. Ao nível humano, evita a solidão silenciosa que se instala quando só falas com pessoas da tua idade sobre o passado.
A curiosidade cria uma ponte entre gerações: um simples “O que quer dizer essa gíria?” pode virar uma conversa de meia hora e uma piada recorrente.
E essa ponte é exatamente o que os mais novos veem quando pensam: “Quero envelhecer assim - ligado, não isolado.”
5. Dizer o que realmente pensas, com delicadeza
Aos setenta, ganhaste o direito a ter opiniões. O truque está em como usas esse direito. Os mais velhos que as pessoas admiram não andam em bicos de pés à volta de tudo, mas também não usam o “sou velho” como passe livre para serem duros.
Dizem o que pensam e depois suavizam com gentileza e contexto. “Não concordo com isso, e aqui está porquê, do meu ponto de vista” soa muito diferente de “A vossa geração está a estragar tudo.”
Podes ser direto e, ainda assim, ser a pessoa que todos querem à mesa.
Imagina uma avó num jantar de família quando uma conversa sobre carreiras ficou tensa. O neto confessou que não queria um “emprego estável” e preferia trabalhar como freelancer. A sala encheu-se de um silêncio preocupado.
Ela respirou e disse: “Não percebo bem esta forma de trabalhar. Assusta-me um bocado. Mas lembro-me de quando me casei nova; os meus pais também ficaram aterrorizados. Talvez esta seja a tua versão disso.” A tensão abriu-se em gargalhadas.
Ela não escondeu a preocupação. Envolveu-a em empatia. É este tipo de honestidade que as pessoas recordam como sabedoria, não como ferida.
As pessoas de setenta que são respeitadas - e não apenas toleradas - tendem a seguir uma regra não escrita: opinião mais curiosidade. “É assim que eu vejo” seguido de “E do teu lado, como é que parece?”
Esse ritmo transforma conversas em trocas, em vez de sentenças. Convida os outros a entrar, em vez de os calar.
“Aprendi que não preciso de ter razão para ser ouvida. Só preciso de ser amável e clara”, disse-me uma mulher de setenta e cinco anos uma vez, enquanto mexia açúcar no chá.
- Usa “pela minha experiência…” em vez de “vocês fazem sempre…”
- Expõe a tua opinião e depois faz uma pergunta sincera
- Antes de dar conselhos, faz uma pausa: “Queres a minha opinião ou só alguém que ouça?”
- Guarda a crítica forte para coisas que realmente importam
- Fala com filhos adultos como adultos, não como versões congeladas do que eram na adolescência
6. Rir do teu próprio envelhecimento sem te rebaixares
As pessoas mais velhas que iluminam uma sala são quase sempre as que conseguem brincar um pouco consigo mesmas sem transformar a piada em auto-ódio. Um nome esquecido vira um revirar de olhos carinhoso, não um monólogo sobre “o meu cérebro velho e estúpido”.
Podem rir quando precisam de ajuda com uma definição do telemóvel, mas não anunciam de cinco em cinco minutos que são “inúteis” ou que “já passaram do prazo”. A linha é fina, mas sente-se de imediato quando alguém está do lado generoso dela.
O humor delas faz toda a gente relaxar, em vez de ficar secretamente triste.
Num jantar de aniversário, um homem de setenta anos ouviu mal o empregado e pediu um prato que não queria. Quando a comida chegou, completamente diferente do que esperava, todos se prepararam para uma reclamação.
Ele olhou para o prato, piscou os olhos e disse: “Pois… é isto que acontece quando finges que consegues ouvir em restaurantes da moda.” Sorriu e começou a comer. A mesa rebentou em gargalhadas, incluindo o empregado.
No dia seguinte, a sobrinha disse a uma amiga: “Ele está a envelhecer, mas não está amargo. Quero essa atitude.”
Por dentro, um sentido de humor suave amacia as arestas de perda e mudança. Por fora, diz aos mais novos: “Não precisam de andar em bicos de pés por causa da minha idade. Podem relaxar comigo.”
Há uma verdade simples aí escondida: envelhecer é estranho e, por vezes, doloroso, e fingir o contrário não ajuda. Mas carregar cada dificuldade como uma tragédia pública também não ajuda.
Equilibrar honestidade e leveza torna-te aquela pessoa com quem os outros se sentem seguros, porque não lhes exiges que estejam sempre a garantir-te que não estás velho.
7. Proteger a tua energia com limites claros
Se há um superpoder silencioso que os setentões admirados têm, é este: sabem dizer “não” sem provocar um terramoto.
Não, não podem tomar conta dos netos todos os fins de semana. Não, não vão emprestar dinheiro outra vez. Não, não querem o voo a altas horas da noite. E depois oferecem o que honestamente conseguem dar, sem martírio: “Posso fazer uma tarde”, “Posso ajudar-te a pensar nisso”, “Eu vou, mas vou-me embora cedo.”
Essa mistura de generosidade e limites conquista respeito real.
Pensa naquela tia mais velha que dizia sempre que sim. Todos os favores, todas as boleias, todas as crises emocionais. Aos sessenta e oito, estava exausta e, em silêncio, ressentida. Aos setenta, começou a fazer algo radical: parar.
“Deixa-me pensar e depois digo-te”, dizia. Às vezes a resposta ainda era sim. Outras vezes era um não calmo. O surpreendente foi que a família não se desfez. Adaptou-se. Começaram a planear melhor, a pedir com mais antecedência, a fazer mais por si próprios.
A saúde dela melhorou. O humor amaciou. As pessoas notaram. Não diziam apenas “Ela é tão prestável”. Começaram a dizer: “Ela parece feliz.”
Bons limites ensinam aos mais novos algo que raramente dizemos em voz alta: os teus mais velhos não são um recurso infinito. São humanos, com limites e necessidades.
Quando proteges a tua energia, modelas uma versão de envelhecer que não assenta no apagar de ti próprio. Isso é profundamente atraente de ver. Diz a toda a gente à tua volta que o teu papel na família ou na comunidade é escolhido, não imposto.
E é aí que “espero ser assim aos setenta” começa a significar “espero ser assim respeitador de mim e calmo”, não apenas “espero ainda estar vivo”.
8. Continuar a nutrir uma ou duas amizades próximas
Viver muito e viver bem não são a mesma coisa. As pessoas que fazem os setenta parecerem uma boa idade costumam ter pelo menos um ou dois amigos com quem se abrem de verdade, para lá da conversa educada sobre o tempo.
Pode ser um vizinho com quem caminham todas as manhãs, um amigo da escola a quem ligam uma vez por semana, ou alguém que conheceram recentemente numa aula ou num clube. O rótulo não importa. O contacto regular, sim.
Essas conversas impedem-nos de se tornarem a única responsabilidade emocional dos filhos.
Imagina duas pessoas de setenta e cinco anos. Uma passa a maior parte dos dias sozinha, só falando realmente quando a família visita. A outra tem um café marcado com uma amiga todas as quartas-feiras e um clube do livro mensal, com um bocadinho mais de mexerico do que de literatura.
A segunda mulher volta desses encontros com histórias, não apenas queixas. Diz: “A Margarida está a experimentar cerâmica”, ou “Nem imaginas o que o João fez no coro.” O mundo dela parece maior do que a porta de casa.
Ninguém se sente culpado por ir embora depois de um almoço de domingo, porque sabe que ela tem vida para lá deles. Isso muda toda a dinâmica familiar.
A solidão na idade avançada é uma epidemia silenciosa, mas muitas vezes esconde-se atrás da frase “Não quero incomodar ninguém”. Os setentões admirados vão gentilmente contra esse impulso. Enviam a primeira mensagem. Sugerem a caminhada. Juntam-se ao grupo mesmo quando se sentem tímidos.
A amizade dá-lhes um sítio para pousar as preocupações e um sítio para levar as alegrias, em vez de empilhar tudo numa só relação.
É esse equilíbrio que os mais novos veem quando pensam: “Ela tem vida. Eu quero esse tipo de vida.”
9. Continuar a aprender - mesmo coisas mínimas
Por baixo de todos os setentões impressionantes há um hábito silencioso: ainda não decidiram que aprender acabou. Não necessariamente uma aprendizagem grande e dramática. Uma aprendizagem pequena, contínua e prática.
Pesquisam palavras desconhecidas. Deixam um neto mostrar como usar mensagens de voz. Pegam num livro da biblioteca sobre um tema de que não sabem nada. Fazem um curso online e, de facto, completam dois terços.
O conteúdo quase não importa. O sinal, sim: “O meu cérebro ainda tem as luzes acesas.”
Um homem de setenta anos com quem falei começou a ver pequenas palestras de História online durante a pandemia. Vinte minutos aqui, meia hora ali. Via com um caderno e uma chávena de chá, a sublinhar datas como um aluno.
Um dia, a neta chegou da escola a queixar-se de um trabalho de História. Ele iluminou-se. “Ainda agora vi uma coisa sobre isso”, disse, e foi buscar as notas. Acabaram a trabalhar juntos no projeto. Ela teve uma boa nota. Ele ganhou um lugar na história que ela conta sobre esse ano.
Mais tarde, ela disse a uma amiga: “O meu avô ainda está a aprender coisas. É fixe.” Essa é a frase que toda a gente, em segredo, quer.
Do ponto de vista da saúde cerebral, conhecimento novo ativa diferentes vias neuronais e pode abrandar o deslizar para a névoa cognitiva. Do ponto de vista da vida, dá-te coisas novas para dizer que não sejam a tensão arterial ou o preço dos alimentos.
Deixas de ficar congelado no tempo, definido apenas pela carreira que tiveste ou pela década em que estiveste no auge. Tornas-te o setentão que acabou de descobrir jazz, ou programação, ou as aves do teu próprio quintal.
Essa curiosidade contínua é a verdadeira fonte da juventude, a correr discretamente em fundo de todas as conversas do tipo “espero ser assim quando for mais velho”.
Deixar espaço para a pessoa em que ainda te estás a tornar
A verdade é que ninguém chega aos setenta, de repente, a brilhar e a ser admirável por acaso. É a acumulação lenta de centenas de pequenas escolhas: ir caminhar, enviar mensagem ao amigo, ouvir em vez de desvalorizar, rir em vez de desabar.
Acima de tudo, é a escolha de acreditar que não és um produto acabado só porque as velas já não cabem no bolo. Ainda há barro por moldar, histórias por colecionar, competências por aprender - mal, primeiro - antes de as fazeres bem.
Quando os mais novos dizem “espero ser assim quando for mais velho”, raramente estão a falar de pele sem rugas ou saúde perfeita. Estão a falar de presença. Calor humano. Uma faísca que não se apagou.
Os nove hábitos acima não são uma lista para riscar num fim de semana. São mais como reguladores de luz que vais ajustando, pouco a pouco, na direção do brilho. Talvez já te reconheças em alguns deles. Talvez um deles te faça pensar: “Eu podia começar isto esta semana.”
A idade fará o que a idade faz. A questão é quanto espaço ainda estás disposto a deixar para a pessoa que ainda não te tornaste - aos setenta e daí em diante.
| Ponto-chave | Detalhe | Valor para o leitor |
|---|---|---|
| Dizer “sim” a pequenos riscos | Experimentar novos alimentos, ferramentas, hobbies, mesmo quando te sentes desajeitado | Mantém a vida aberta e envolvente depois dos 70 |
| Mexer o corpo com rotina | Caminhadas, alongamentos ou natação simples, tratados como essenciais | Protege a independência e inspira as gerações mais novas |
| Manter um projeto vivo | Hábito ou objetivo contínuo que ainda aponta para o futuro | Dá propósito e muda a forma como os outros veem o teu envelhecer |
FAQ:
- Pergunta 1: É “tarde demais” para começar estes hábitos se já tenho mais de 70?
- Pergunta 2: E se a minha saúde limitar o quanto posso mexer-me ou sair?
- Pergunta 3: Como é que faço novas amizades na minha idade?
- Pergunta 4: Os meus filhos adultos dependem muito de mim. Como é que estabeleço limites sem os magoar?
- Pergunta 5: Qual é uma coisa pequena que posso fazer esta semana para me sentir mais como a pessoa que quero ser aos 70 ou 80?
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